Acesse o link:
http://pt.scribd.com/doc/210594781/Correcao-OIA-1-1%C2%BA-trimestre
Sugiro não apagar as suas respostas e sim confrontá-las com a correção, destarte, culminará em reflexões e, talvez, em dúvidas que podem ser esclarecidas em sala de aula.
terça-feira, 4 de março de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Tendência política: esquerda / direita
Aula, acesse:
http://pt.scribd.com/doc/208038548/esquerda-direita
Atividade pontuada válida para OIA.
Observação: essa atividade está inserida na apresentação, entretanto, além disso, resolvi detalhá-la abaixo:
http://pt.scribd.com/doc/208038548/esquerda-direita
Atividade pontuada válida para OIA.
Observação: essa atividade está inserida na apresentação, entretanto, além disso, resolvi detalhá-la abaixo:
Título
Atividade, tendo como
abordagem a intertextualidade:
Leitura de textos
disponíveis no site http://www.cartamaior.com.br/ .
No hiperlink Especiais
(no topo da tela).
procure e acesse o quadro Política: O que é ser de esquerda?
Faça o cadastro para
ter acesso aos textos:
Dois textos de
Antonio Lassance:
“Direita e Esquerda:
razões e confusões (I) e (I).
Três textos de Flavio
Aguiar:
“O que é, como e para
que ser de esquerda (I), (II) e (III).
Texto de Cândido Grzybowski:
As tarefas do bloco
histórico da esquerda democrática.
Refletir, fundamentar e argumentar as seguintes questões:
O que é ser de
esquerda?
O que é ser direita?
Por que a elite
tenta, sistematicamente, negar a permanência duma classe social à esquerda?
Na sua opinião,
identifique na nossa sociedade atitudes com tendências política, econômica e
social à esquerda e atitudes à direita.
Que tipo de “mundo”
você deseja? Pensando na sociedade duma forma abrangente.
Entregar em folha de
papel almaço, não precisa copiar os textos, contudo, as perguntas devem ser
copiadas, não esqueça do esquema já informado nas “instruções”. O título deve
ser mencionado.
Pesquisa de opinião, acesse o link:
Responda, se possível traga mais de uma pesquisa, por exemplo: a sua, do papai, da mamãe etc.
Registros Expansão cafeeira - Perguntas e respostas
ü Na segunda metade do
século XIX, os cafeicultores começaram a ter problemas com a manutenção da mão
de obra em suas fazendas. Explique o porquê dessa situação.
R: A partir da segunda metade do século XIX, a utilização
da mão de obra escrava passou a ser um problema para os cafeicultores devido
aos seguintes fatores: abolição do tráfico de escravos em 1850, intensificação
da campanha abolicionista, desde 1868 e a Lei do Ventre Livre, de 1871.
ü Um mesmo fazendeiro
poderia ter uma casa em sua fazenda e um palacete em São Paulo bastante
diferentes. Quais eram essas diferenças?
R: Na casa da fazenda podia variar de acordo com as
posses e gosto de seus proprietários. Alguns relatos de época, descrevendo as
moradias, falam da ausência de objetos de arte e móveis artísticos. Predominava
o simples e o rústico nos costumes, moradia, utensílios domésticos,
evidenciando um estilo de vida caseiro. Diferentemente, as residências dos
fazendeiros nos centros urbanos ostentavam o luxo vindo da Europa, através de
cristais, espelhos, obras de arte (esculturas e quadros), móveis, tecidos etc.
ü Explique como o café
contribuiu para o crescimento da cidade de São Paulo.
R: Quem mais se beneficiou com os lucros do café foi a
cidade de São Paulo, transformando-se na mais importante do Império. É evidente
que, devido às taxas de exportação/importação que o governo cobrava, o Rio de
Janeiro, capital do império, também disso se beneficiou.
ü Quais as principais
mudanças ocorridas na cidade de São Paulo a partir do século XIX?
R: Os paulistas passaram a desenvolver o gosto por
produtos europeus. Importa-se de tudo: mobiliário, objetos e novos materiais
como pregos, ferro, mármore, vidro, espelhos, lâmpadas. No lugar das casas rústicas
de taipa, a cidade de São Paulo ganha palacetes, simbolizando o status dos fazendeiros e comerciantes
enriquecidos. São Paulo passou a contar com serviços públicos, tais como o
transporte urbano feito por tração animal, iluminação a gás e serviços de água
e esgoto.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Guerra do Paraguai (1864 a 1870)
De um lado Brasil, Argentina e Uruguai contra o
Paraguai, esse, um país que estava se destacando industrialmente e
economicamente na região.
A Bacia do Prata era e é uma área importante, pois, para
o Paraguai é uma saída para o Oceano Atlântico.
Há várias versões que culminaram na guerra, entretanto,
muito embora a Tríplice Aliança tenha
declarado vitória, o Brasil ficou muito endividado, no entanto, o Exército Brasileiro se fortaleceu.
O Paraguai saiu arruinado da guerra, militarmente,
socialmente, territorialmente e economicamente.
Vídeo: TV Escola Guerra do Paraguai. Disponível em:
[...] Daí as palavras
do viajante alemão Max von Versen, quando passou pelo Rio de Janeiro com destino ao
Paraguai, à época da guerra: “não tem produzido impressão favorável o que tenho
visto até agora do exército deste país. Nas fileiras estão alistados somente
negros, mulatos e a escória da população branca”. Essa descrição demonstra a
ideologia das elites brancas, que buscavam enviar para o fronte aquela
população da qual pretendiam se livrar por motivos sociais e raciais. A
ideologia do branqueamento funcionou de modo dinâmico, procurando reestruturar
e reordenar etnicamente a nossa sociedade por meio de uma política seletiva, na
qual os membros das elites somente
participavam do conflito (quando participavam) como deliberadores.
(MOURA, 2013, p. 183)
[...]
Caxias,
bastante experiente em enfrentar quilombolas na fase do escravismo pleno,
destruindo os de Preto Cosme no Maranhão e o Manuel Congo no Rio de Janeiro,
equivocou-se quanto ao potencial insurrecional dos escravos na última fase da
escravidão. Se a insurreição geral não aconteceu, por outro lado aqueles que
foram à guerra do Paraguai adquiriram, na sua maioria, uma consciência crítica
de sua condição. (MOURA, 2013, p. 184-185).
“Um fato importante nos rumos da guerra foi a nomeação
de Caxias para o comando das forças brasileiras, em outubro de 1866. Ela se deu por pressões do Partido
Conservador, na oposição, que responsabilizava os liberais pelas incertezas do
conflito. No início de 1868, Caxias assumiu também o comando das forças
aliadas”. (FAUSTO, 2010, p. 214-216)
Referências:
FAUSTO, Boris.
História do Brasil. 13. ed. 2 reimpressão. São Paulo: EDUSP, 2010.
MOURA, Clóvis.
Dicionário da escravidão negra no Brasil. 1. ed. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2013.
Para conhecer mais:
GUERRA DO PARAGUAI: VISÕES DA HISTÓRIA
Para conhecer mais:
Cartas do front
Desconhecidos por especialistas, documentos do Museu Imperial revelam detalhes sobre o cotidiano da guerra
Disponível em: <http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/cartas-do-front> Acesso em: 16 fev. 2014.
GUERRA DO PARAGUAI: VISÕES DA HISTÓRIA
Disponível em: <http://www2.ufpel.edu.br/ich/ndh/downloads/historia_em_revista_08_Manoel_Jose_Porto_Junior.pdf> Acesso em: 16 fev. 2014.
MARCAS DE UMA GUERRA
Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/109602-marcas-de-uma-guerra.shtml> Acesso em: 16 fev. 2014.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Imigração para o Brasil século XIX
Imigração
Dentre outras
nacionalidades, além dos portugueses, italianos, poloneses, alemães etc,
emigraram para o Brasil em busca de uma vida melhor.
Os grandes movimentos populacionais ocorridos entre 1830
e 1930, que caracterizaram a Europa expulsora,
de um lado, e a América ávida por povoamento, de outro.
Dentre vários fatores que impulsionaram camponeses que
pouco conheciam além dos limites de suas aldeias, podemos citar: concentração
de terra nas mãos de poucos proprietários, altas taxas de impostos sobre a
propriedade, oferta por parte da grande propriedade de produtos a preços
inferiores no mercado e a transformação da mão de obra camponesa para a
indústria que estava emergindo.
A política imigratória brasileira (governamental)
perpassou no branqueamento da raça, necessidade de uma nação mais civilizada e
de um país no qual a relação senhor/escravo fosse amenizada, com a introdução
de pequenos proprietários.
Contudo, dentro desse cenário, os fazendeiros desejavam perpetuar a grande propriedade e o comércio de exportação, não estavam nem um
pouco preocupados com a introdução de pequenos proprietários, mas na de
imigrantes em larga escala que pudessem minorar a escassez de escravos iniciada
a partir de 1850, com a proibição do tráfico negreiro.
Bibliografia:
ALVIM, Zuleika. Imigrantes: a vida privada dos pobres do campo. In: NOVAIS, Fernando (org.). História da Vida Privada no Brasil, V. 3. Da Belle Epoque à Era do Rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
Bibliografia:
ALVIM, Zuleika. Imigrantes: a vida privada dos pobres do campo. In: NOVAIS, Fernando (org.). História da Vida Privada no Brasil, V. 3. Da Belle Epoque à Era do Rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
Animação da
imigração:
http://prezi.com/ztvvmk6kzy0i/imigrantes-a-vida-privada-dos-pobres-do-campo
Atividade: Cronologia familiar, acesse o link abaixo, há dois formulários numa folha, dessa forma há a possibilidade de dividir com o colega.
http://pt.scribd.com/doc/206280934/cronologia-familiar-1%C2%BA-tema-1%C2%BA-tri
Atividade: Cronologia familiar, acesse o link abaixo, há dois formulários numa folha, dessa forma há a possibilidade de dividir com o colega.
http://pt.scribd.com/doc/206280934/cronologia-familiar-1%C2%BA-tema-1%C2%BA-tri
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
1º Tema - Brasil Império - 9º ano
Instruções para melhor
rendimento do ano letivo 2014
http://pt.scribd.com/doc/202830613/Instrucoes-rev3
Vídeo A Monarquia Brasileira - 1º Reinado
https://www.youtube.com/watch?v=Zh5V-SahXlc
Vídeo A Monarquia Brasileira - 2º Reinado
https://www.youtube.com/watch?v=YeiMN0KGJuU
Animação da imigração
http://prezi.com/ztvvmk6kzy0i/imigrantes-a-vida-privada-dos-pobres-do-campo/
Lei de Terras de 1850 - questões
http://pt.scribd.com/doc/202667920/A-lei-de-terras-de-1850-questoes
Entregar em folha de papel almaço, não precisa copiar o texto, contudo, as perguntas devem ser copiadas, não esqueça do esquema já informado nas “instruções”. O título deve ser mencionado.
Vídeo Guerra do Paraguai - TV Escola
https://www.youtube.com/watch?v=djGJiEGl1cA
Câmara dos deputados. Plano de Aula Vídeo Aula Conhecendo Joaquim Nabuco.
http://www2.camara.leg.br/a-camara/conheca/camara-destaca/2010-ano-joaquim-nabuco/pdfs-documentos/plano-de-aula-videaula-joaquim-nabuco
Entregar em folha de papel almaço, não precisa copiar o texto, contudo, as perguntas devem ser copiadas, não esqueça do esquema já informado nas “instruções”. O título deve ser mencionado.
Vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=de19P7uyU5k
Atividade
Depois da escravidão, o que vêm?
http://pt.scribd.com/doc/202940258/Atividade-depois-da-escravidao-o-que-vem
Entregar em folha de papel almaço, não precisa copiar o texto, contudo, as perguntas devem ser copiadas, não esqueça do esquema já informado nas “instruções”. O título deve ser mencionado.
Observação:
Cada atividade (destacadas em vermelho) deverá ser entregue em folha separada identificada, juntar as três e grampeá-las, seguindo a ordem que está acima.
http://pt.scribd.com/doc/202830613/Instrucoes-rev3
Vídeo A Monarquia Brasileira - 1º Reinado
https://www.youtube.com/watch?v=Zh5V-SahXlc
Vídeo A Monarquia Brasileira - 2º Reinado
https://www.youtube.com/watch?v=YeiMN0KGJuU
Animação da imigração
http://prezi.com/ztvvmk6kzy0i/imigrantes-a-vida-privada-dos-pobres-do-campo/
Lei de Terras de 1850 - questões
http://pt.scribd.com/doc/202667920/A-lei-de-terras-de-1850-questoes
Entregar em folha de papel almaço, não precisa copiar o texto, contudo, as perguntas devem ser copiadas, não esqueça do esquema já informado nas “instruções”. O título deve ser mencionado.
Vídeo Guerra do Paraguai - TV Escola
https://www.youtube.com/watch?v=djGJiEGl1cA
Câmara dos deputados. Plano de Aula Vídeo Aula Conhecendo Joaquim Nabuco.
http://www2.camara.leg.br/a-camara/conheca/camara-destaca/2010-ano-joaquim-nabuco/pdfs-documentos/plano-de-aula-videaula-joaquim-nabuco
Entregar em folha de papel almaço, não precisa copiar o texto, contudo, as perguntas devem ser copiadas, não esqueça do esquema já informado nas “instruções”. O título deve ser mencionado.
Vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=de19P7uyU5k
Atividade
Depois da escravidão, o que vêm?
http://pt.scribd.com/doc/202940258/Atividade-depois-da-escravidao-o-que-vem
Entregar em folha de papel almaço, não precisa copiar o texto, contudo, as perguntas devem ser copiadas, não esqueça do esquema já informado nas “instruções”. O título deve ser mencionado.
Observação:
Cada atividade (destacadas em vermelho) deverá ser entregue em folha separada identificada, juntar as três e grampeá-las, seguindo a ordem que está acima.
sábado, 2 de novembro de 2013
Contextualizações: Regime Absolutista e Mercantilismo
Estabeleça duas relações
entre os textos: “Dilma defende
política econômica e diz que governo dará resposta às ruas” e “Dilma vive pior momento; revê abordagem
política e econômica” com os temas estudados Regime Absolutista e Mercantilismo.
Os dois textos propostos
para leitura se articulam, cada qual no seu contexto histórico, com os temas por nós
estudados sobre o Mercantilismo e Regime Absolutista.
Primeiramente devo
recapitular sobre o mercantilismo, na qual fora uma política econômica adotada
pelos reis absolutistas.
Neste primeiro momento devo
explicar melhor o que foi essa política econômica adotada a época.
Fora um conjunto de medidas
que visavam o fortalecimento de um determinado reino, cujo rei tinha o poder
centralizado, ou seja, o poder estava em suas mãos, entretanto, não devemos
descartar a possibilidade de conselheiros, embora a última ordem (palavra) era
do rei.
Tais medidas colocadas em
prática objetivavam um reino mais forte, nos seus aspectos políticos e
econômicos, ante outros reinos.
Posso mencionar quatro
dessas medidas que foram colocadas em prática e impactaram (no nosso caso o
Brasil-colônia) diretamente nas colônias das metrópoles (no nosso caso
Portugal-metrópole).
São elas:
Balança comercial favorável:
cujo reino deveria exportar mais produtos em relação à importação de produtos.
Metalismo: exploração de
ouro e prata pelas metrópoles europeias, cujos metais tinham um valor
significativo, dava lastro às transações comerciais.
Pacto colonial: cuja
metrópole tinha o exclusivo comercial sobre a colônia, ou seja, uma prática que
impedia o livre-comércio das colônias com outros países.
Estímulos à produção interna
(local): havia um protecionismo comercial interno, nos quais se concretizavam
em aumentar a produção manufatureira, destarte, impulsionar as exportações de
produtos, favorecendo a primeira prática mencionada aqui, muito embora, tais
práticas foram adotadas concomitantemente, uma consequência da outra e assim
por diante.
Poderia elencar mais de duas
relações entre o exposto acima com os textos propostos, entretanto, me
atentarei a dois, o primeiro relacionado ao absolutismo.
Como já exposto acima o Regime Absolutista tendia a concentração de poder numa
pessoa, ou seja, o rei.
Em relação aos textos, tendo
como ponto de partida que o Brasil é um Estado democrático de direitos,
preconizados na nossa Constituição Federal de 1988, a presidente Dilma Rousseff
conta com uma base aliada no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e
Senadores) além das alianças partidárias nos estados e municípios.
Fragmentos no texto[1]
me submete a essa reflexão:
[...]
o pacto proposto por ela a governadores e prefeitos [...] e [...] o governo
sofre com a desarticulação da sua enorme base aliada [...].
O
texto comenta sobre uma reforma política.
A
reforma política está “emperrada” no Congresso Nacional há anos, basta uma
disposição de cada parlamentar, esse tema aliado a outros temas que me defronto
diariamente, revelam-me que o Brasil necessita urgentemente duma reforma
política (minha opinião), mas, independente disso há uma evidência no texto que
não há uma centralização de poder, o Brasil é uma República Federativa, ou
seja, composta pelo Distrito Federal e por estados, cada qual com seu
governador e cada estado com seus municípios, também, posso mencionar a divisão
tripartite de poderes, executivo, legislativo e judiciário, tanto nas esferas
federal, estadual e municipal. Portanto há uma relação, entretanto são conceitos
contrários.
O
segundo ponto que devo discorrer é sobre o Mercantilismo,
que a definição já fora comentada acima, num primeiro fragmento do texto [2] [...] no pior momento de
seu governo encurralada por uma economia fraca e ressentimentos na base aliada,
terá que adotar um tom ainda mais conservador na política econômica e
desencantar as promessas de maior interlocução com os partidos que a apoiam.
[...], me submete a refletir exatamente como era no Regime Absolutista. No
Brasil e, certamente, nos demais países, há diretrizes, chamada de política
econômica que norteia o país para uma economia estável e forte.
Num
outro fragmento [...] o governo Dilma já começou a trilhar um caminho mais
ortodoxo na política econômica [...], ou seja, a presidente Dilma pretende
adotar práticas conservadoras.
Contudo,
não cabe aqui eu me aprofundar sobre a atual política econômica, pois os textos
não destacam esses pontos e, também, se observarmos os viés econômicos do
Brasil especificamente, perceberemos que a política econômica é flexível de
acordo com o momento econômico ou político, nos contextos históricos nacional e
internacional, entretanto, devo comentar de duas práticas recorrentes, embora
uma das práticas que irei comentar não foi uma prática adotada pelos reis
absolutistas, contudo, o que é mais importante é entender que nestes dois contextos
históricos há uma permanência histórica em relação a ter um reino ou país
sustentavelmente com uma economia forte para que um ou outro possa obter status internacional e que sua economia
interna seja mais estável possível.
Uma
prática recorrente que é adotada pelo governo brasileiro, sistematicamente, é a
interferência do Banco Central na cotação do dólar, esmiuçando, quanto mais
dólares no mercado cambial brasileiro, menos desvalorizado o dólar fica,
impactando diretamente nas exportações brasileiras, destarte, interferindo
diretamente na economia brasileira.
Outra
prática que era recorrente dos reis absolutistas e é recorrente do governo
brasileiro e de outros países, é ter uma balança comercial sempre ou tender a
ser favorável, pois, destarte, gera mais divisas, no nosso caso atual, como as
transações comerciais internacionais são valorizadas em dólares, há um maior
volume de dólar no caixa brasileiro, a época do Antigo Regime (absolutismo) as
transações comerciais internacionais eram, fundamentalmente, valorizadas em
metais preciosos, por exemplo: ouro e prata, daí o mesmo raciocínio aplicável
ao nosso caso atual, entretanto, não devemos descartar que o ouro continua
sendo uma importante divisa em indexar as riquezas de um país.
Portanto, o
Mercantilismo, ou melhor, a Política Econômica adotada pelos reis absolutistas,
com os devidos cuidados com as comparações que o tema requer, tem o mesmo
objetivo, que é obter um reino ou pais forte economicamente e politicamente.
Para
conhecer mais:
Estados
brasileiros e o Distrito Federal.
Banco Central.
Indicadores econômicos.
Prefeitura
de São Caetano do Sul (Poder Executivo).
<http://www.saocaetanodosul.sp.gov.br>
Acesso em: 2 nov. 2013.
Câmara Municipal de São Caetano
do Sul (Poder Legislativo).
<http://www.camarascs.sp.gov.br>
Acesso em: 2 nov. 2013.
Tribunal de Justiça do
Estado de São Paulo (Poder Judiciário).
<http://www.tjsp.jus.br>
Acesso em: 2 nov. 2013.
[2] <http://exame.abril.com.br/economia/noticias/dilma-vive-pior-momento-reve-abordagem-politica-e-economica> Acesso em: 2
nov. 2013.
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